Aprendendo Espiritismo
23 - PERANTE OS PROMITENTES DE OUTRAS RELIGIÕES
Estimar e reverenciar os irmãos de outros credos religiosos.
O sarcasmo não edifica.
Não exasperar-se em oportunidade alguma, ainda mesmo pretextando defesa dos postulados religiosos que lhe alimentam o coração, a fim de evitar o vírus
da cólera e as incursões das forças inferiores no próprio íntimo.
A exasperação leva ao desequilíbrio e à queda.
Aproveitar o tempo e as energias, fugindo às discussões estéreis em torno das origens da Vida e do Universo ou sobre tópicos fundamentais do
Espiritismo.
Espíritos existem que se esforçam para não crer em sua própria existência.
Em nenhuma circunstância, pretender conduzir alguém ou alguma instituição, dessa ou daquela prática religiosa, à humilhação e ao ridículo.
O Sol, em nome de Deus, ilumina o passo de todas as criaturas.
Suportar construtivamente as manifestações constantes de cultos exóticos e estranhos à simplicidade e pureza do Espiritismo, oferecendo, tanto quanto
possível, auxílio e cooperação, sem pretensiosas exigências, aos companheiros que a tais cultos se prendem.
Muitos irmãos distantes serão, em futuro próximo, excelentes cultores da Doutrina Espírita.
A título de preservar o corpo doutrinário do Espiritismo, ou de defender a Verdade,não faltar com a compreensão espírita cristã nem agarrar-se a
conceituações radicais e inamovíveis.
Quando apaixonado e desmedido, o zelo obscurece a razão.
Sistematicamente, não impor ou forçar a transformação religiosa dos irmãos alheios à fé que lhe consola o coração.
Toda imposição, em matéria religiosa, revela fanatismo.
Silenciar todo impulso a polêmicas com irmãos aprisionados a caprichos de natureza religiosa.
Discussão, em bases de ironia e azedume, é pancadaria mental.
“Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados.” (Tiago, capítulo 5, versículo 9.)
25- PERANTE OS MENTORES ESPIRITUAIS
Ponderar com especial atenção as comunicações transmitidas como sendo da autoria de algum vulto célebre e somente acatá-las pelos conceitos com que se
enquadrem à essência doutrinária do Espiritismo.
A luz não se compadece com a sombra.
Abolir a prática da invocação nominal dessa ou daquela entidade, em razão dos inconvenientes e da desnecessidade de tal procedimento em nossos dias,
buscando identificar os benfeitores e amigos espirituais pelos objetivos que demonstrem e pelos bens que espalhem.
O fruto dá notícia da árvore que o produz.
Apagar a preocupação de estar em permanente intercâmbio com os Espíritos protetores, roubando-lhes tempo para consultá-los a respeito de todas as
pequeninas lutas da vida, inclusive problemas que deva e possa resolver por si mesmo.
O tempo é precioso para todos.
Acautelar-se contra a cega rendição à vontade exclusiva desse ou daquele Espírito e não viciar-se em ouvir constantemente os desencarnados, na senda
diária, sem maior consideração para com os ensinamentos da própria Doutrina.
Responsabilidade pessoal, patrimônio intransferível.
Honrar o nome e a memória dos mentores que lhe tenham sido companheiros ou parentes consangüíneos na Terra, abstendo-se de endereçar-lhes petitórios
desregrados ou descabidas exigências.
A comunhão com os bons cria para nós o dever de imitá-los.
Furtar-se de crer em privilégios e favores particulares para si, tão-somente porque esse ou aquele mentor lhe haja dirigido a palavra pessoal de
encorajamento e carinho.
Auxílio dilatado, compromisso mais amplo.
“Amados, não creiais a todo Espírito, mas provai se os Espíritos são de Deus.” (1ª epístola de João, capítulo 4, versículo 1.)
Extraído do Livro
"CONDUTA ESPÍRITA", ditado pelo Espírito André Luiz
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